Sol, use com moderação.

Exposição ao Sol é fator de risco para câncer de pele, mas é essencial para produção de vitamina D.

Como solucionar esta equação?

Uma estratégia para a solução deste problema é promover exposição solar em horários em que a radiação ultravioleta é menor, isto é, no início da manhã e final da tarde. Braços, pernas e tronco devem ficar expostos ao Sol por 15 a 20 minutos por dia.

Em relação ao rosto, a fotoproteção (protetor solar ou métodos físicos de barreira) é sempre recomendada para evitar o envelhecimento da pele. No caso de crianças, a quantidade de exposição ao sol dos bebês deve ser feita aos poucos, aumentando progressivamente desde o nascimento, começando com 5 minutos e atingindo o máximo de 20 minutos, sempre antes das 9 h da manhã ou após às 16 h, deixando braços e pernas em exposição e protegendo o rosto e a cabeça. Obviamente, com o ritmo de vida moderno, a maior parte das pessoas não tem disponibilidade de tempo para um banho de Sol diário. Dessa forma, a checagem anual dos níveis sanguíneos de vitamina D pode ajudar a identificar as pessoas que estão com deficiência desta vitamina e, em casos selecionados, realizar a reposição com medicamentos. Vale ressaltar que a vitamina D em excesso também tem malefícios. Desta forma, toda reposição deve ter supervisão médica. Há ainda as doenças que a exposição ao sol é estritamente proibida, como lúpus, melasma, xeroderma pigmentoso ou pessoas com alta predisposição ao câncer de pele.

Converse com seu médico sobre Sol e vitamina D.

Ele é o profissional apropriado para tirar todas as dúvidas. E que venha o verão com muita saúde!

Dra Ericka Aguiar
Dermatologia
17/11/2016

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